terça-feira, 12 de julho de 2011

Cristiada Movie Trailer (HD)

O Ateísmo é uma Ideologia Imoral e Assassina

Procurando a essência do totalitarismo (I)

A estratégia marxista é a própria contradição, pois na medida em que denuncia uma suposta alienação da sociedade ao mesmo tempo promove a alienação para explorar a sociedade. É o pensamento contraditório que move suas ações, sem perder o foco no objetivo. Essa revolução dos contrários é a própria natureza da corrente de idéias que compõe a visão marxista. É insidiosa na medida em que afirma e, mais adiante, nega.

O marxismo é a loucura que cria corpo e irrompe na realidade para realizar seu propósito, emitindo ondas de choque que empurram a razão para longe do centro da ação humana. Passa a imperar a fantasia, o imaginário. A utopia, que em si mesma trata-se apenas de uma tendência (ou parâmetro), sendo que, por ser utopia nunca se realizará, passa a ser a medida de todas as coisas. Sendo assim, o choque entre a fantasia e a realidade é inevitável.

O marxista, imerso na fantasia, interpreta a realidade como projeção de seu imaginário. Não tolera o semelhante que se desloca dentro da realidade mais próximo da razão. E, passa a combater, mesmo eliminar, aqueles que se recusam a fechar os olhos perante a realidade racional e projetar nesta a fantasia marxista.

Em sua essência, a visão marxista, é o adensamento das brumas cujo componente central é uma antiquíssima revolta em relação à gênese divina e aquelas dela resultantes: o universo e principalmente o ser humano.

Nesse nível, nazismo e comunismo são próximos. Diferem em seu aspecto externo, aquele que é visível, perceptível aos sentidos. Porém a essência de ambos é similar. Esta só pode ser alcançada na medida em que captamos elementos comuns que estão contidos nos núcleos, portanto não perceptíveis diretamente, dos dois sistemas totalitários.


Publicado originalmente no Facebook em 22 V 2011 AD

Os marxistas não dizem que o marxismo é uma religião

A antropologia marxista descreve a criatura humana como tão somente um animal que em algum momento da evolução histórica se destaca da natureza através das relações de trabalho. Sendo assim, a pergunta é: como fazer com que o ser humano retorne àquela realidade primeva de comunhão com a natureza (a interpretação marxista do “Jardim do Éden” bíblico)?

O conteúdo, digamos assim, oculto do marxismo é seu aspecto metafísico. Da metafísica transcendente para a metafísica imanente. O marxismo não é negação da religião. É, isto sim, a negação do Deus Judáico-Cristão (o deus mau dos gnósticos, o demiurgo) e tudo que D'Ele provém. Seu intuito é a substituição da religião. O “ateísmo” marxista não é ateísmo. É a adoração de outro deus. Um deus que está presente na natureza. É o próprio panteísmo (bem visível, aliás, no comunismo verde dos ecologistas). A redenção marxista está no retorno ao “estado primitivo” do Homem. O redentor? O próprio Homem.

Publicado originalmente no Facebook em 29 V 2011 AD

Consagra-te à Virgem Maria